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Conceitos para alavancar seu E-Commerce

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Conceitos para alavancar seu E-Commerce

Cenário do Comércio Eletrônico

As pessoas estão cada vez mais conectadas aos seus computadores, gastando mais tempo nas atividades diante das telas. É perfeitamente normal um indivíduo, nos dias de hoje, ficar conectado 24 horas por dia nos 7 dias da semana, não se imaginando viver sem o telefone celular (smartphone), o tablet, o desktop ou o notebook, os tipos de
computadores pessoais utilizados mais frequentemente atualmente (WAKAI: 2013).

O convívio de homens, mulheres e crianças com as máquinas é tão intenso hoje em dia que algumas pesquisas realizadas com internautas indicam uma onipresença desses aparelhos na vida cotidiana das pessoas. Os 100 milhões de brasileiros com acesso a Internet passam, em média, quase quatro horas conectados à rede mundial de computadores
(Olhar Digital: 2014). Se pensarmos que um indivíduo dorme aproximadamente 8 horas, o brasileiro típico fica na frente da internet um quarto das horas do dia quando acordado. O maior tempo gasto desse período na frente do computador é para acessar as redes sociais, onde os internautas veem notícias e se comunicam com os amigos e conhecidos.

Entretanto, o computador não serve apenas para isso. As pessoas assistem vídeos, estudam, trabalham, namoram, leem e respondem e-mails, participam de conversas em programas de mensagem instantânea, pesquisam sobre filmes, restaurantes e assuntos dos mais variados interesses, fazem compras, procuram emprego e mais uma infinita
coleção de atividades.

Neste cenário de hiperconectividade, não é difícil compreender que cada vez mais as pessoas estão efetuando compras pela internet. Se no início do comércio eletrônico as pessoas tinham receios de fazer transações comerciais pela rede de computadores, os medos e os preconceitos sobre essa modalidade de transação foram sendo perdidos aos poucos. Hoje em dia, mais de 50 milhões de brasileiros usam a Internet para fazer compras.

Em 2013, 9,1 milhões de pessoas compraram pela primeira vez através dos computadores (CAMPI: 2014). O faturamento do comércio eletrônico em 2013 foi de R$ 28,8 bilhões e contou com 88,3 milhões de pedidos de compras on-line (cada compra teve o preço médio de aproximadamente R$ 326,00). Trata-se de um crescimento de receita de 28% e de transações de 32% em relação ao ano anterior. Para os próximos anos, a tendência é pela continuação do crescimento exponencial.

A expectativa para 2014 é que o comércio eletrônico feche o ano com faturamento de aproximadamente R$ 35 bilhões, alta de 20% em relação a 2013. Mais 9 milhões de pessoas devem comprar pela primeira vez nessa modalidade, fazendo o público de consumidores virtuais chegar, em 2014, a casa de 60 milhões de pessoas. A quantidade de pedidos deve chegar a 111 milhões de compras, aumento de 26% em relação ao ano anterior (CAMPI: 2014).

Mas quem são os brasileiros que estão comprando pela Internet? Uma pesquisa apresentada em Outubro de 2013 pelo Ibope (WAKAI: 2013) com internautas brasileiros mostrou que 86% desse público compram ao menos uma vez por mês usando o comércio eletrônico, sendo 31% dos entrevistados estreantes nessa modalidade de compra. Homens e mulheres compram indistintamente (49% dos e-consumidores são mulheres e 51% são homens) e as classes A e B ainda são maioria do público comprador. Essas compras se fazem principalmente pelos desktops (computador tradicional), porém fica evidente o crescimento das transações feitas pelos dispositivos móveis (18% por tablets e 38% por smartphones).

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O horário preferido para as compras, durante a semana, é entre as nove horas da manhã e o meio dia e entre o final da tarde e às duas horas da manhã.

No sábado, o pico de compras acontece ao meio dia e entre as três e as seis da tarde.

Os principais motivos alegados por estes consumidores ao preferirem as compras eletrônicas é, em primeiro lugar, a comodidade (93%), a oferta de menores preços (85%) e a variedade de itens à disposição (66%), segundo a pesquisa do Ibope (WAKAI: 2013).

Realmente comprar pelo computador é mais prático e rápido quando comparado às formas tradicionais de comércio. A pessoa não precisa se deslocar até um estabelecimento comercial, não tem que interagir com um vendedor, não precisa carregar as compras pela loja, não é necessário se deslocar até o caixa e efetuar o pagamento das compras e não precisa encarar o trânsito de volta para casa. Com apenas alguns cliques, a compra eletrônica pode ser feita de qualquer lugar.

A entrega é efetuada no endereço indicado e a transação é feita normalmente por cartão de crédito.

Por não haver espaço físico destinado às vendas (não há aluguel desse espaço nem vendedores são contratados), os preços na maioria das vezes encontrados na Internet são inferiores aos constatados nas lojas físicas. Isso fica evidente em muitos estabelecimentos comerciais que apresentam as duas modalidades de compras para seus consumidores.

Mesmo tendo de pagar pelo frete (algumas empresas isentam seus compradores dessa taxa), o preço do comércio eletrônico é menor.

E a variedade de produtos também é maior no comércio eletrônico. Em uma loja física, o espaço é limitado. A empresa precisa escolher muito bem quais são os itens que vão ser disponibilizados.

Quando a loja é virtual, não há esse problema. Ela pode colocar milhares de opções para seu cliente. As pessoas gostam dessa variedade e acabam recorrendo a modalidade eletrônica por causa disso.

Entretanto, a questão de segurança é ainda o ponto mais delicado neste tipo de operação. A maioria dos consumidores afirmou se sentir insegura no momento da compra. 56% das pessoas disseram temer por não receberem o produto e 62% relataram terem tido problemas com atraso na entrega das mercadorias (WAKAI: 2013).
A questão da confiança e da segurança dos dados e da promessa de entrega continua sendo, portanto, um fator preponderante na hora da compra, mesmo com o grande avanço tecnológico feito pelas empresas nos últimos anos nessa área.

Mas quais são os produtos adquiridos pelos brasileiros na Internet? Podemos dizer que se compra de tudo atualmente. O setor com maior venda em 2013 foi o da “Moda & Acessórios”, seguido pelas categorias “Cosméticos e Perfumaria/ Saúde”, “Eletrodomésticos”, “Livros”, “Telefonia”, “Casa e Decoração”, “Eletrônicos”, “Esportes” e “Brinquedos e Games” (WAKAI: 2013).

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Trata-se de uma mudança radical se compararmos aos itens adquiridos há dez anos, quando livros e Cd’s monopolizavam as aquisições com mais de 50% das compras feitas (E-bit: 2005).

Fica evidente o tamanho gigantesco do mercado proporcionado pelo Comércio Eletrônico, com um crescimento substancial assegurado para os próximos anos.

Se formos calcular quanto os e-consumidores gastam em média por ano em compras eletrônicas chegamos ao valor de R$ 570,00 por pessoa ao longo de doze meses.

Se consideramos o ticket médio por brasileiro (tanto aqueles que estão na internet como os que não estão), o valor cai para R$ 150,00 por cidadão por ano (CAMPI: 2014).

Pode parecer pouco a princípio, mas quando multiplicamos esses valores pelos 200 milhões de brasileiros, chegamos a um mercado bilionário.

Qual empresa não gostaria de abocanhar um pedaço de um setor da economia com receita de dezena de bilhões de reais? Possivelmente todas as companhias têm interesse em faturar parte dessa quantia. Por isso, as empresas, sejam elas de qualquer tamanho ou segmento da economia, não podem mais ignorar os avanços tecnológicos e os novos hábitos dos consumidores.

Isso se aplica também as pequenas empresas, tradicionalmente descrentes do potencial do mercado eletrônico. Elas, na maioria dos casos, ainda têm, nos dias de hoje, seus dois pés ancorados exclusivamente no mundo físico, deixando o mundo virtual completamente abandonado.

Parece exagerada uma colocação como esta? Pois vamos aos fatos. A maioria dos pequenos negócios não possui um web site para se apresentar aos internautas.

Tente obter uma informação, usando a internet, sobre a oficina mecânica em que você frequenta, sobre a padaria da esquina, sobre a loja de roupa preferida, sobre o salão de beleza visitado ou sobre a farmácia do seu bairro.

Se esses estabelecimentos não forem ligados a uma grande rede, provavelmente sua pesquisa será muito limitada e não encontrará muitas informações sobre essas organizações.

Qual o problema disso? Muitas pessoas, antes de tomar a decisão de frequentar um local, gostam de saber mais notícias sobre aquele negócio. Grande parte dos consumidores de restaurantes, por exemplo, preferem, antes de entrar pela primeira vez pela porta do estabelecimento, conhecer os itens do cardápio, o estilo do restaurante e sua política de preços.

Se não houver um site explicativo, parte dos consumidores pode se sentir desencorajada a conhecer o restaurante. O negócio perde, portanto, prováveis consumidores.

Além disso, pouquíssimas companhias destes setores da economia se relacionam com os consumidores por meio das mídias sociais e são raridades as organizações que efetuam vendas pela Internet.

Se as pessoas passam horas e mais horas do dia na frente dos computadores, principalmente nas redes sociais, por que não aproveitar essa oportunidade para estabelecer relações com esse público?

A justificativa dos empresários sempre é a mesma:

“fazer um site ou vender pela internet exige altoscustos para o empreendedor, não compensando financeiramente esse investimento”. Por isso, alegam, apenas as grandes empresas estão presentes no mundo digital.

Será mesmo válido esse argumento? Montar uma loja virtual e/ou criar uma página ativa no Facebook, por exemplo, requerem grandes investimentos por parte dos empresários?

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